quinta-feira, 15 de maio de 2014

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Ocorrência do Veículo

Documento de escala de viagem

Jair Silva, Motorista da Ambulância de Serra Grande

Posto Médico onde Dr. Álvaro Lima fez o atendimento do paciente

Enfermeira Ana Lúcia que trabalhou no dia 13 de Maio 
A Secretaria de Saúde do Município de Uruçuca vem a público esclarecer que, toda a Assistência médica necessária foi colocada a disposição do paciente Cairo Almeida. Na terça-feira, 13,  pela manhã, o paciente foi medicado no Posto Médico de Serra Grande, pelo Dr. Álvaro Lima que o encaminhou a pedido da família às 12h:50 minutos para o município de Ilhéus. No encaminhamento médico para o hospital, o Dr.  Álvaro Lima declarou no prontuário do paciente, de acordo com os exames, que ele se apresentava com Hepatite A, há mais ou menos 90 dias e que naquele momento, constatou que apresentava sinais de desidratação com inapetência (Falta de apetite) e vômitos há 3 dias, segundo familiares.
Consta ainda no fichário do paciente que o mesmo esteve no Posto médico de Serra Grande no dia 25  de Março, quando foi atendido pelo médico Álvaro Lima e no dia 26 o paciente retornou e apresentou os resultados dos exames solicitados, quando na oportunidade o médico o encaminhou para o G.T.A. em Ilhéus no dia 27 de Março,  para consulta com Dr. Adalberto Figueiredo, que é médico de referência em hepatite virais.
Consta também em documentos que no retorno da consulta ao Dr. Adalberto Figueiredo, o paciente ou familiares não apresentaram a contra referência do que foi realizado no C.T.A. em Ilhéus, assim como não mais apresentou os resultados dos exames.
Ainda a nível de esclarecimento, alguns dados foram relatados pelo Sr. Jair Silva, motorista da ambulância que transportou o paciente Cairo Almeida, de Serra Grande direto para o Hospital Regional em Ilhéus, onde familiares conversaram com a médica plantonista, que  não realizou o atendimento. Em vista do ocorrido, eles seguiram para o Hospital São José, onde não havia médico plantonista,sendo aconselhados a seguir para COCI (Clínica Ortopédica e Cirúrgica de Ilhéus) no bairro do malhado, onde o paciente foi medicado e ficou na emergência por cerca de 40 minutos, quando a própria médica do plantão solicitou a transferência do paciente para o Hospital Regional. Após o encaminhamento da médica, seguiram para o Regional e lá chegando às 15h:30 minutos, quando os familiares (Sua mãe Ângela e sua irmã) adentraram ao hospital, sendo o paciente internado,  uma hora depois, às 16h:30 minutos. Para constatar estas informações,  na folha de tempo de viagem do motorista está registrado a sua chegada em Serra Grande, às 17h:20 minutos. Na folha de ponto do Posto médico de Serra Grande consta que na terça-feira, dia 13 de Maio estavam presentes: Dr. Álvaro Lima, a Enfermeira Ana Lúcia, a Técnica de Enfermagem Marise Reis e o motorista Jair Silva.
A  secretária de saúde do município, Michelle Fernandes  confirmou que foi procurada por familiares, pela questão do paciente não ser regulado, quando entrou em contato telefônico com a Drª Maria Elza Lopes Craveiro ( Médica Reguladora de Itabuna) que ligou para o Hospital Regional, para autorizar a entrada do paciente. No contato, a secretária de saúde foi orientada pela médica reguladora a lançar os dados do paciente no SISREG (Sistema Nacional de Regulação), para que Cairo Almeida fosse aceito no hospital regional em Ilhéus. Segundo Michelle Fernandes, o paciente foi atendido no Hospital Regional pelos médicos: Dr. Antônio Manoel A. Batista, Dr. Antônio Carlos Sales Rabat e Dr. Julio Lenín D. Guzmán que é também diretor do Hospital Regional. Cairo Almeida, infelizmente, veio a óbito na mesma noite, naquele hospital, deixando comovidos os seus parentes, amigos, colegas de escola, professores e a comunidade de Serra Grande.
Para a família de Cairo Almeida os nossos sinceros sentimentos.

É necessário comprometimento e respeito nas pessoas, antes de se esconderem atrás de um computador e escrever informações tão desrespeitosas e levianas a um fato tão sério e que trouxe comoção a uma comunidade. Tem horas que o silêncio fala mais que mil palavras e é necessário que a verdade sempre apareça, para esclarecimento daqueles que preferem a mentira, como fonte de perseguição, politicagem e desinformação nas redes sociais, tentando tirar proveito da situação.

ASCOM/PMU



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